A saúde mental tem ganhado espaço ao mesmo tempo em que o tabu ao buscar ajuda psicológica tem diminuído gradativamente.

Embora ainda exista preconceito ou até mesmo total desconhecimento sobre do que se trata, como funciona e qual a forma de atuação do psicólogo, a busca por ajuda para entender os conflitos pessoais, emoções ou comportamentos que prejudicam a qualidade de vida vem aumentando consideravelmente.

Correndo na contra mão deste aumento por pedido de ajuda e busca por profissionais da saúde mental, aumenta também a confusão que muitas pessoas fazem sobre esta importante profissão que acolhe e trata da saúde mental das pessoas.

É muito caro? Tem psicólogo que atende de graça? Qual a diferença entre psicólogo e psiquiatra? Posso fazer terapia on line? Como funciona? Como encontrar um bom profissional seja presencial, seja on line?

Estas e muitas outras dúvidas aparecem quando cogitamos a possibilidade de uma psicoterapia: psico(mente) e terapia(cura).

A fim de esclarecer estes questionamentos, vamos entender exatamente do que se trata e quais serviços estão disponíveis hoje em dia na hora de buscar ajuda especializada.

A premissa básica na hora de ponderar se é preciso ou não buscar uma psicoterapia é perceber se no momento existe algum prejuízo na qualidade de vida.

A qualidade de vida está baixa quando existe sofrimento contínuo diante de alguma situação.

Pode se tratar de um sofrimento por uma situação específica ou não.

É bem simples perceber que é preciso de terapia depois da perda de um ente querido, uma situação de abuso ou quando os filhos parecem sinalizar algum problema, mas grande parte das pessoas não percebe ou simplesmente adia qualquer busca por ajuda profissional da saúde mental por mero desconhecimento ou preconceito sobre este tratamento.

A lista de mitos criados quando se fala em terapia vai desde a clássica “eu não sou louco” até a ilusão de que conflito emocional, psicológico é “frescura” e se resolve sozinho.

Fato é que quem fez ou faz tratamento psicológico tem a oportunidade de se tornar mais confiante, seguro de si e mais saudável frente os desafios da vida cotidiana.

No tocante ao momento atual, onde a quarentena nos obriga a ficar mais sozinhos e o futuro parece ainda mais incerto, toda ajuda mental é mais do que bem vinda.

É fato que quando não nos sentimos capazes de administrar uma crise ou situação, a terapia é uma ferramenta insubstituível.

Mas mesmo quando não existe um problema, crise ou conflito evidente, buscar o autoconhecimento e entender a si mesmo é um processo que melhora na autoestima e proporciona maior habilidade para lidar com desafios de uma maneira mais assertiva.

Sendo assim, seja para tratar ou para melhorar comportamentos, a terapia quando feita com um profissional capacitado e com o empenho do paciente em seu tratamento é um investimento pessoal que sempre será útil na vida.

É comum dizer por aí que “quem está de fora da situação percebe melhor as coisas”.

Esta afirmação está correta e é totalmente pertinente quando pensamos em como o psicólogo trabalha.

O fato de estar de fora da situação, de ter uma visão imparcial, sem a interferência de emoções, traumas ou conflitos próprios faz com que a abordagem do psicólogo seja de extrema valia.

Ele joga luz, digamos assim, em fatos que nós não enxergamos com clareza.

O ser humano é um ser integral, que traz consigo fragilidades e fortalezas.

Ambos são a base da estrutura na formação da personalidade individual.

O problema é quando existe o desequilíbrio nestas características e passamos a agir sem avaliar se determinado comportamento mais ajuda do que atrapalha. Parece que agimos sempre do mesmo jeito mesmo sofrendo com este comportamento.

O consciente, subconsciente e inconsciente em nossas mentes forma um sistema muito complexo que precisa de uma espécie de manutenção de vez em quando.

Esta manutenção é necessária para avaliarmos nossas ansiedades, medos e impulsos que formamos no decorrer da construção de nossa identidade e que nos dias atuais podem não ter mais fundamento.

Psicólogo X Psiquiatra

Antes de saber como procurar a psicoterapia gratuita ou a preços acessíveis, vale esclarecer a diferença entre o Psicólogo e o Psiquiatra.

Ambos os profissionais tratam da saúde mental.

O Psicólogo é quem conduz a psicoterapia, realiza as sessões. Caso haja a necessidade de medicar o cliente, ele encaminha o mesmo para o Psiquiatra.

O Psiquiatra é um médico que se especializou em saúde mental. Só ele pode receitar os chamados psicotrópicos, medicação para tratamento da saúde mental sejam estes de tarja preta ou não.

Psiquiatra faz o acompanhamento psicológico também, mas é mais focado no acolhimento e análise de qual medicação deve ser usada no caso de cada pessoa ou paciente.

Quando a pessoa recebe a receita médica de um psiquiatra, ela tem de fazer o retorno na consulta e relatar quais foram os efeitos da medicação, se funcionou, piorou ou não alterou em nada o comportamento e todos seus sintomas.

Alguns medicamentos psicoterápicos são oferecidos através do programa do governo Farmácia Popular mediante apresentação de receita do psiquiatra com redução de custos.

Psicoterapia Gratuita

O tratamento psicoterápico ou terapia já foi muito caro. Aos poucos esta modalidade científica foi se popularizando e hoje em dia é possível encontrar ótimos psicólogos no Sistema Único de Saúde (SUS) que atendem gratuitamente.

Está disponível também o atendimento gratuito ou com um preço simbólico nas faculdades de Psicologia.

Os estudantes de Psicologia depois de alguns anos de curso estão capacitados a atender a população. Estes estágios funcionam com o suporte dos professores do curso, que acompanham cada atendimento e orientam os estudantes.

As clínicas escola prestam valioso serviço tanto para os formandos quanto para a comunidade local. A qualidade do atendimento é assegurada por profissionais competentes que orientam cada caso.

Os professores que atuam no curso de Psicologia são psicólogos com mestrado, doutorado e/ou anos de experiência enquanto psicoterapeutas.

Para ter acesso ao atendimento gratuito no SUS é preciso entrar em contato com o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) de sua cidade ou o PSF (Posto de Saúde da Família) e agendar o atendimento psicoterapêutico.

Este atendimento pode ser Infantil, atendimento de Adolescentes, Adultos, Idosos ou Terapia em Grupo.

A Terapia em Grupo gratuita é mais utilizada nos casos de dependência química (álcool e/ou outras drogas). O tabagismo também é tratado com assistência psicológica nos postos de saúde da família.

Existem também ONGs, Centros de Voluntariado, organizações religiosas e instituições que oferecem atendimento psicológico de graça ou por um preço simbólico.

Cabe sempre, entretanto, solicitar o número do CRP (Conselho Regional de Psicologia) ou do CRM (Conselho Regional de Medicina, no caso dos psiquiatras) para se certificar de que os profissionais envolvidos estão devidamente registrados e capacitados para o atendimento.

Para pesquisar se o Psicólogo está devidamente cadastrado no Conselho Federal de Psicologia, acesse este site da instituição e preencha o nome do profissional e o Estado onde ele atende.

O profissional que possui cadastro e situação ativa no Conselho Profissional é garantia de psicólogo formado e capacitado para atender e tratar de sua saúde mental.

Psicoterapia On Line

Existem também os atendimentos psicológicos gratuitos On Line.

Você pode acessar aqui uma lista e mapa de localização de unidades que oferecem esta modalidade de Psicoterapia On Line Gratuita.

O Ministério da Saúde disponibiliza através deste site os mapas desta modalidade on line de atendimento.

A iniciativa PsiSocial também pode oferecer algumas alternativas de atendimento psicológico.

Existem aplicativos para o sistema Androide que também auxiliam como o ViBe Saúde que oferece psicoterapia à valores mais acessíveis.

Qualquer pessoa pode buscar a psicoterapia seja presencial ou on line.

No caso da modalidade On Line, é importante disponibilizar sempre dia e horário exclusivo para o atendimento. Se houver mais pessoas em casa, deixe claro que neste dia e hora você não pode ser interrompido.

Planos de Saúde

Os planos de saúde também cobrem o atendimento psicológico.

A ANS (Agência Nacional de Saúde, que é a instituição que fiscaliza os planos de saúde) assegura que todo plano de saúde ofereça ao assegurado pelo menos 40 sessões de psicoterapia ao ano. Isso dá uma média de um atendimento por semana neste período.

O benefício destas 40 sessões é concedido pelo plano de saúde caso o cliente/paciente apresente um dos problemas a seguir:

  • Transtornos de Desenvolvimento Psicológico;

  • Transtornos de Humor;

  • Síndromes Comportamentais associadas a problemas fisiológicos ou fatores físicos;

  • Transtornos de caráter delirante como as esquizofrenias ou transtornos desencadeados pelo uso de drogas (lícitas ou ilícitas).

Os problemas elencados acima já abordam uma infinidade de quadros como a Depressão, Transtorno de Ansiedade, Transtorno Obsessivo Compulsivo e outros.

Independente do meio ao qual se busca ajuda profissional, é preciso atentar que psicoterapia só pode ser oferecida para quem fez a faculdade de Psicologia ou se especializou em Psiquiatria dentro do curso de Medicina.

O Terapeuta

Existe muita confusão quando as pessoas se deparam com um título de Terapeuta.

Um terapeuta não é obrigatoriamente formado no curso de Psicologia ou Psiquiatria. Qualquer profissional que ofereça tratamento ou cuidado para a saúde física ou psicológica de alguém pode se intitular terapeuta.

Existem muitos cursos técnicos que oferecem este título. Mas existem diferenças gritantes entre a formação acadêmica em saúde humana e a formação técnica.

Podemos observar as chamadas Terapias Holísticas (Aromaterapia, Cromoterapia, Florais de Bach, etc.), por exemplo.

Estas tratam o ser humano, mas não contam com a especificidade técnico-científica de um Bacharelado em saúde mental como o oferecido em cursos que demoram no mínimo, cinco anos para se formar a base do profissional de Psicologia.

Técnicas como observar o cliente (ou paciente, no caso dos psiquiatras), detectar mecanismos de defesa, posturas corporais específicas, testes psicológicos, organização e postura terapêutica, ética, enfrentamento de crises, administração de síndromes específicas, abordagem em pessoas comprometidas mentalmente por drogadicção, alcoolismo ou psicopatologias inatas, entre outros módulos são necessários para que o psicólogo tenha segurança e responsabilidade ao entrar em contato com a mente humana.

Hoje em dia, existem inúmeras técnicas que prometem curar e tratar qualquer desconforto mental ou emocional.

Inclusive, muito se fala sobre saúde mental, depressão, ansiedade, conflito familiar, dependência química entre outros problemas, mas cabe sempre bom senso na hora de buscar qualquer tratamento de saúde.

Muitas informações são disparadas a todo instante nas redes sociais que podem comprometer totalmente quem precisa de ajuda psicológica.

Quem nunca viu por aí comentários do tipo “depressão é falta de Deus”, “vai lavar uma louça que passa”, “quem bebe muito é sem vergonha” e outros inúmeros absurdos assim que mostra o quanto a sociedade ainda desconhece totalmente do que se trata a mente humana e suas implicações.

Muitos tratamentos alternativos, técnicas, modismos estão disponíveis até mesmo pelo celular na forma de aplicativos com exercícios diários de respiração, preencher lacunas de textos com pequenos exercícios diários que prometem diminuir ansiedade ou algo do tipo.

Fique alerta.

Todo atendimento que lida com saúde mental ou física precisa der levado muito a sério. É preciso sempre pesquisar com calma, buscar comprovação de competência do profissional.

Não se deixe levar por belos anúncios, sites ou aplicativos. Busque o maior número de informações possíveis sobre quem vai cuidar de você ou de sua família.

Existem até os chamados “coachs” de saúde mental que “treinam” a pessoa para ser feliz, ambiciosa ou vencedora.

Como se a situação de não se sentir capaz ou feliz fosse uma escolha do indivíduo. “-Ah, hoje estou com muita vontade de ficar desempregado e ser infeliz!”.

Enfim; é preciso filtrar o que aparece como “tratamento” hoje em dia.

Abordagens que encenam a resolução de um conflito onde o terapeuta se passa pelos pais ou pela pessoa que desencadeou o conflito na pessoa também devem ser analisadas com muita calma.

Quando alguém se coloca como capacitado para entrar na mente do outro, para pinçar cenas de traumas que causaram conflitos, pode ser que na hora do atendimento tudo corra bem. Só que o processo de intervenção na mente humana não tem um botão de liga e desliga.

Ao tocar em assuntos, registros traumáticos, pode ser que só meses depois a pessoa caia em si realmente e aquele trauma que estava antes guardado, latente, acabe por imergir na forma de crises e comportamentos ainda piores.

Esta é uma das razões pelas quais a psicoterapia não é imediata.

Os efeitos não são sentidos no mesmo dia, semana.

É um processo gradual e quando a pessoa retorna para outra sessão, o profissional já está devidamente preparado para conduzir a consciência do cliente sem causar traumas maiores que depois, lá na frente, podem trazer ainda mais complicações e sofrimentos.

Existem até mesmo algumas religiões, crenças que oferecem curas, porém é imprescindível que ao lidar com vidas humanas, todo suporte técnico científico seja considerado como absolutamente indispensável.

É correr risco de morte acreditar em curas e tratamentos espetaculares que aparecem incessantemente na TV ou redes sociais.

Existe também em matéria de buscar ajuda profissional especializada o comprometimento legal com o tratamento que o profissional da saúde mental oferece.

Não existe instituição que aceite atestado ou laudo psicológico de alguém que não está devidamente registrado nos conselhos profissionais. No caso da Psicologia, todo profissional precisa ter disponível seu número de registro no Conselho Regional de Psicologia.

Este registro é a certeza de que o profissional que se intitula especialista realmente tenha esta base científica e está capacitado a atender as pessoas que buscam atendimento.

Crenças, Religiões e Psicoterapia

A espiritualidade cada vez mais é estudada e muitas são as evidências de que a pessoa que passa por um tratamento e que também busca uma crença, doutrina ou religião enfrenta suas patologias ou psicopatologias de uma maneira mais ampla, resignada e maiores disposições. Porém jamais devemos deixar um tratamento tradicional de saúde de lado e substituí-la por uma religião ou crença.

As duas vertentes podem se complementar, mas não se sobrepor uma à outra.

Na hora de escolher um profissional capacitado, a velha tática de perguntar para conhecidos se recomendam alguém é válida.

Mas vale destacar que a questão de gostar ou não de um psicólogo é bem pessoal.

Ás vezes um profissional é considerado como ótimo por uns e por outros, péssimo. É uma questão de ponto de vista, opinião pessoal.

É importante, no entanto persistir ao menos no primeiro mês, depois de quatro sessões (uma por semana) para se familiarizar mais com o processo todo.

É mais ou menos neste período de tempo que os vínculos terapêuticos são criados e a ansiedade dos primeiros contatos já foi amenizada e o processo realmente começa a acontecer.

O Imediatismo

Vivemos em uma sociedade que se torna cada vez mais imediatista.

Tudo acontece e tem de acontecer logo, rápido. Isto pelo menos para a grande maioria das pessoas.

No tocante a algum problema de saúde então, as pessoas querem RECEBER a cura, não querem FAZER o tratamento. Ou seja: muitos não estão dispostos a buscar um tratamento, querem que sejam atendidos, que recebam uma solução imediata.

Só que em matéria de mente humana nada funciona assim.

A psicoterapia depende de diálogos constantes com um profissional, o que demanda tempo e disposição.

Além disso, não é de um dia para outro que o tratamento faz efeito. As conquistas, as “curas” aparecem gradativamente conforme o paciente e profissional trabalhem juntos.

É um trabalho em equipe.

E não adianta pedir logo um encaminhamento para psiquiatra e tomar um remédio para passar esta agonia.

O remédio trata o sintoma, não a causa.

Hoje o remédio ajuda, mas lá na frente outros problemas vão aparecer. Outros comportamentos ou emoções não trabalhadas vão desencadear outros sintomas.

É preferível buscar o tratamento correto com terapia e medicação (se for necessário) e depois receber alta se sentindo melhor por muito mais tempo ou até, para sempre do que apostar em remédios que futuramente, podem não ter mais efeito.

A conversa terapêutica é sempre recomendada. E esta afirmação está clara em documentos com as principais orientações, protocolos e diretrizes usados em tratamentos da saúde mental.

A Associação Americana de Psiquiatria aponta que 75% das pessoas com algum tipo de distúrbio na saúde mental apresentam melhora depois de sessões de psicoterapia.

Estes efeitos são percebidos em exames de imagem que mostram alterações nos neurônios após o estado de sofrimento psíquico.

Depois do tratamento através da psicoterapia, a região da amígdala, responsável pelas respostas sensório-emocionais no cérebro, aparece com notável diminuição de atividade, já a área neurológica responsável pela atividade racional apresenta aumento de atividade.

Estas são apenas algumas das comprovações científicas de que todo nosso comportamento está atrelado ao funcionamento neuroquímico e de que a psicoterapia funciona.

Emoções como raiva, tristeza, alegria, satisfação e outras são produzidas por combinações e estímulos que desencadeiam determinadas atividades no cérebro.

A função mental passou muito tempo sendo encarado como algo místico, etéreo, sem comprovações.

Só á partir das publicações e trabalho de Sigmund Freud em 1886 quando este criou o tratamento de talking cure(tratamento pela palavra, diálogo) é que a psicoterapia passa a ganhar respaldo científico, credibilidade e espaço dentro das ciências humanas e biológicas.

Á partir dos trabalhos e estudos de Freud, a Psicologia passa a avançar e gradativamente ela se mostra como uma ciência de valor inestimável para a saúde humana.

Não devemos aguardar ou adiar a busca por uma psicoterapia. Passamos por elaborações mentais a cada segundo e todo registro de vida, de nossa história, vivências, memórias reúnem fundamentos que formam nossa personalidade.

A forma como nos comportamos e reagimos é determinada pelos significados que elaboramos diante de situações e aprendizados no decorrer da vida.

Infelizmente (ou felizmente) passamos por experiências que desencadeiam comportamentos que podem nos ajudar ou atrapalhar na hora de lidar com nossas próprias emoções e sentimentos.

A forma como nos relacionamos com as pessoas também são determinadas pela nossa personalidade e história de vida.

Ocorre que em determinados momentos é inevitável passarmos por sofrimentos e dificuldades. Daí crescem as angústias e medos que não conseguimos lidar.

Não tem porquê esperar passar um sofrimento.

Hoje em dia, o acesso ao Psicólogo é muito mais simples e eficiente.

Seja para melhorar nossa relação com os outros e com nossa individualidade, seja para superar dificuldades, traumas, perdas, dificuldades de relacionamento, o motivo principal que deve nos motivar a buscar um Psicólogo é um só: viver em harmonia mesmo diante dos maiores desafios de nossas vidas.

Esta busca pode ser determinante na hora de entender e apreciar o que realmente entendemos como felicidade e auto realização.